segunda-feira, 31 de agosto de 2009

PAS e o Ensino Médio

Vou deixar aqui minha opinião sobre o PAS, o Programa de Avaliação Seriada da UnB, e sobre a estrutura do nosso ensino.

O PAS é visto por muitos como uma ideia muito boa, algo que pode te dispensar do tão temido vestibular no fim do ensino médio. O que eu acho é que o PAS coloca na nossa vida três vestibulares. São provas com estrutura similar ao vestibular, com conteúdo mais específico, e com a mesma importância. Faz um aluno de 14, 15 anos já ter que se preocupar durante o ano inteiro com esse difícil processo seletivo. Caso esse aluno não se preocupe, salvo algumas exceções, ele terá que enfrentar, além das 3 etapas do PAS, o vestibular tradicional. Serão quatro vestibulares na vida desse aluno, e é isso que acontece com a maioria dos alunos.

Acho que seria muito melhor termos um ensino médio tranquilo, com mais liberdade de conteúdo, e fazermos o vestibular no final do ensino médio, quando temos mais maturidade para encarar esse tipo de processo. Já vi várias vezes professores falarem que não podem ensinar tal parte de um conteúdo simplesmente porque a UnB não coloca na pauta do PAS. Estamos condenados a aprender aquilo que foi programado pela UnB, e todas as escolas de Brasília também. O pior de tudo é que é um conteúdo extremamente amplo e pouco aprofundado, com partes inúteis para a maioria dos estudantes, e sem partes que poderiam ser muito úteis.

Vou falar novamente o que eu havia dito no meu outro post: somos um dos países onde mais se estuda física, matemática, e outras ciências, mas mesmo assim temos um dos piores desempenhos no mundo nessas matérias. Somos assolados com conteúdos sem fim, e temos que mastigar e engolir isso tudo, porque a UnB vai te cobrar no final do ano. No final de todos os anos. Eu serei um engenheiro, um médico ou um concursado na área de direito. Faz sentido eu estudar tantos conteúdos de geografia física (a geografia política deve ser ensinada para todos, na minha opinião), de botânica, de artes visuais, de teatro? Acho que cada estudante deve escolher, além de matérias básicas - úteis para qualquer profissão - as outras matérias que deve estudar. Espero realmente que meu filho não tenha que decorar "Vou te Excluir do Meu Orkut" ou "Dançando Calypso". Se os estudantes de 14 ou 15 anos têm maturidade para participar de um processo seletivo como o PAS, devem também ter maturidade de escolher o que querem estudar. Acho que seria uma "forçação de maturidade" mais saudável do que a atual.

Ouvi dizer que há uma nova proposta de reestruturação do ensino médio em 2010, visando justamente mudar esses aspectos de conteúdos exagerados com pouco aprofundamento. Espero que seja bem planejado, e que dê certo. Dessa forma, o Brasil pode ser visto como um país de estudantes capazes, e não só como um país de futebol, carnaval e corrupção.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

E mais uma vez, a educação.

Boa noite leitores! Hoje vai ser um pouco diferente. Depois de ler o post do Flávio, muito bom por sinal, vou tentar fazer um paralelo da educação com o DF.

Que a educação pública no Brasil é lamentável todo mundo já está careca de saber, reportagens nos jornais sobre escolas abandonadas, onde quase não há professores e muitas vezes o professor que vai dar aula está de má vontade e sem dedicação. Mas, como julgar esses professores? Para termos uma ideia de comparação um professor de medicina com mestrado, que trabalha na universidade de Brasília, UnB, ganha 1.800 reais. Então, imagine você, quanto um professor de ensino fundamental e médio na escola pública ganha.

E o que o governo tem feito para combater isso? Obras públicas. Pois é, mais uma vez não investimos em educação para priorizarmos políticas assistencialistas para garantir voto e uma reeleição de nosso querido governador e seu vice, atualmente, José Roberto Arruda e Paulo Octávio. Para mostrar um pouco disso vou contar uma história que eu vivi.

Há umas semanas atrás meu colégio, Leonardo da Vinci, fez 40 anos de existência. Eu não sei se isso é bom ou ruim, já que nós pagamos educação duas vezes: primeiro em nossos impostos e depois na salgada mensalidade da escola particular. Mas, enfim, a escola fez um festão para seus 40 anos, ofereceu duas palestras com o Amyr Klink e com o Steven Dubner, muito boas por sinal, e quando tudo estava indo muito bem um dos donos da escola chama para falar umas palavras e oferecer uma espécie de premiação do governo para escola o vice-governador Paulo Octavio. Será que naquela hora só eu fiquei extremamente indignado? Quer dizer, o nosso vice-governador indo à uma festa de 40 anos de existência de uma escola particular e ainda por cima premia-la. Será que ele não deveria querer festejar os 40 anos de uma escola pública e nós, cidadãos, não deveríamos ficar indignados com a aparição dele no evento do Leonardo da Vinci? Bom, eu sei que eu fiquei.

Como já foi dito, a educação é imprescindível para o desenvolvimento de um país, em qualquer setor, mas é necessário que toda a população tenha acesso a ela. Logo, o salário de um professor deveria ser muito maior do que é, a estrutura das escolas públicas tinham que ser modernizadas e, certamente, é necessário que haja uma manutenção das escolas. A população urge por um sistema de ensino eficiente. O trabalho como professor é uma profissão que deveria ser muito reconhecida e admirada. Afinal, existe coisa mais nobre que ensinar?

Como já é de praxe, minha opinião de como resolver esse problema é: Vamos parar de nos preocupar apenas com políticas assistencialistas, é claro que elas são importantes, mas apenas quando utilizadas dentro de seus propósitos: ser uma medida com tempo determinado enquanto as outras medidas não surtam efeito. Porém, precisamos entender que a educação é a base para tudo. Então não vamos nos conformar com um político que faz apenas uma coisa: Obra pública, que, por sinal, foi o que o Arruda fez. Contratou empreiteiras suspeitas, e conseguiu o que ele queria acordos e notas fiscais superfaturadas, desviando dinheiro público, dinheiro esse que deveria estar sendo investido em escolas.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

A Importância da Educação

O Brasil é de fato um país subdesenvolvido, isso não é mistério nenhum e todo mundo sabe. Quando se busca as causas desse subdesenvolvimento, dessa inferioridade do nosso país perante os países mais ricos, é muito comum voltar no tempo para justificar isso nas raízes de nosso descobrimento. Sabemos que um fator decisivo foi o tipo de ocupação sofrida pelo Brasil na época da colonização: o Brasil foi ocupado para ser explorado e aproveitado. As pessoas não vinham aqui sonhando em formar uma nação própria e próspera, elas vinham aqui para arrancar tudo o que podiam de nossos recursos, diga-se de passagem, exorbitantes. Resultado disso: O Brasil (e toda a América Latina, África e parte da Ásia) ficou séculos atrasado em seu desenvolvimento, perante outras nações que foram colonizadas para serem povoadas.

Tá, tudo bem, foi tudo muito injusto e não tivemos culpa de termos sido explorados. Mas o Brasil ficou independente, em 1822. O certo seria, a partir dessa data, alavancar no desenvolvimento, investir em indústrias de base, preparar o futuro do país. Mas não, tivemos mais de meio século de monarquia, e depois disso veio a república - Oh, a república!. Mas para que serve república se o governo é ineficiente? O governo do Brasil nunca investiu em educação. E, uma nação sem educação é uma nação sem base, que não se sustenta e não se desenvolve. Outros países que sofreram exploração semelhante à nossa, como Costa Rica, Coréia do Sul, Irlanda e outros, investiram em educação recentemente - coisa de 20, 30 anos -, e ergueram sua economia, e consequentemente a qualidade de vida.

O governo deve perceber que investimento em educação não é utopia, é solução a curto prazo. Um país que investe pesado em educação terá sua próxima geração com uma qualificação profissional digna, e é aí que o desenvolvimento começa, e começa de uma vez. Um país com educação é um país que fabrica e exporta tecnologia e conhecimento. E não apenas grãos de soja ou carne.

Se o Brasil não quer mais ser um país de soja e carne, deve investir massivamente em educação, principalmente no ensino público do qual todo cidadão tem direito de usufruir, mas não somente neste. O ensino privado do Brasil é muito pior do que imaginamos. Temos um dos piores desempenhos do mundo em todas as provas internacionais. Somos um dos países que mais estuda física e matemática, mas temos um dos piores desempenhos. Algo está errado aí, e grande parte da culpa é das universidades federais que impõem todo o conteúdo curricular dos colégios. Enquanto o governo ignorar a importância fundamental da educação, ficaremos estacionados no status de subdesenvolvidos - econômica e socialmente.

"98% dos problemas do Brasil se resolvem diretamente com a educação, e os outros 2% são resolvidos indiretamente por ela." - já dizia o professor de geografia.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Crise do senado e o poder do voto

Boa noite leitores!

Bom, vamos falar do que está o tempo inteiro na mídia: A crise do senado

Gente, primeiramente gostaria de frisar que a crise do senado não é coisa de agora e também não é coisa do "Lula".Os atos secretos, que descobrimos, vão até 1996 e quem governava o Brasil era o Fernando Henrique Cardoso, o FHC. Então vamos por as coisas no lugar.

Mesmo que essa palhaçada do senado não tenha começado no governo do Lula, ele pecou quando, para fins políticos, saiu em defesa do atual presidente do senado, José Sarney. E para quem não sabe o motivo disso, explicarei agora: O vice-presidente do senado é o senador Marconi Perillo, PSDB - GO, logo, é oposição ao governo, o PT do Lula. Para completar esse cenário estamos em véspera de ano de eleição e o Lula quer eleger alguém do seu partido, no caso a Dilma, e ele precisa do apoio do máximo de pessoas que ele puder. Não é difícil imaginar que o apoio do presidente do senado é algo imprescindível para tal. Então, por um motivo simples e que não deveria estar em questão, visto que o presidente tem que fazer o que é melhor para o Brasil e não para seu partido, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defende o Sarney.

Para os petistas de plantão, não venham com o argumento de que " O PT É O MELHOR PARA O BRASIL" porque a gente tem que começar a perceber que não é o partido e sim o candidato que faz a diferença. Afinal, quem acabou com a inflação terrível no Brasil? Fernando Henrique Cardoso quando era ministro da fazenda do então presidente Itamar Franco. E quem acabou com a dívida externa do Brasil? Luiz Inácio Lula da Silva. Meu ponto é: FHC e Lula são oposição um ao outro, um é do PSDB e o outro do PT, e os dois fizeram uma coisa que fez com que o Brasil melhorasse muito. Portanto, está na hora de começar a analisar os candidatos e não os partidos.

Bom, depois de tudo isso espero que você perceba que a solução não está em votar no partido "X" que ele resolverá nossos problemas, como essa crise no senado. Partidarismos à parte, vamos para a questão da maioria dos estudantes de hoje: A acusação. Cara, primeiro que o estudante de hoje não gosta de política e, pra piorar a situação, a UNE, união nacional dos estudantes, não está cumprindo o papel que deveria e talvez por isso quase nenhum estudante saiba de sua existência. E muitos dos estudantes que não procuram ler sobre o que acontece no âmbito da política de seu próprio país e sequer conhecem a UNE fazem críticas pesadas, porém superficiais, e esse é um problema, não só para esse estudante mas também para o estudante que procura se informar e debater, afinal, as pessoas generalizam, errôneamente, e os estudantes de modo geral ficam descredibilizados. O ideal seria se todo estudante soubesse pelo menos o básico sobre a política de seu país, mas como isso é uma situação quase que utópica nos dias de hoje, só peço que, se for fazer uma crítica, se informe primeiro.

E agora você se pergunta: "Tá, e como a gente resolve a crise do senado?". Primeiramente mostrando que você não está satisfeito com o que está acontecendo, seja fazendo uma passeata ou abrindo um abaixo assinado ou conversando com seus amigos, familiares e professores. O importante é mostrar que você não quer que continue do jeito que está. Depois, para os que tem 16 anos, pense muito bem antes de votar, perceba que eu já estou assumindo que você vai tirar título de eleitor e votar ano que vem, analise muito bem os candidatos e escolha um que você julgue ser honesto. Não fique na do " Vota em branco ou nulo" que isso não é solução pra NADA, e pra quele que insistir que é, me prove. Votar branco ou nulo não é exercer sua cidadania.

Exercer sua cidadania é cobrar dos políticos o que disseram em suas campanhas. É usar o maior poder que existe dentro de uma democracia: o voto. Para termos um país mais justo, precisamos aprender a usar esse nosso poder. A geração passada lutou para PODER votar, a nossa luta é outra, temos que lutar para SABER votar. Então, eu conclamo a nossa geração para entrar de vez nessa luta. O voto nulo não atrapalha tanto quanto o voto em branco, porém não ajuda. E não ajudar deixa o Brasil do mesmo jeito, o José Sarney está há 55 anos no poder; o Collor, único presidente que sofreu impeachment, está de volta. Quem sabe se a pessoa que votou nulo tivesse escolhido uma pessoa mais decente esses "senhores feudais" não estariam mais no poder. Em suma, é necessário botar uma coisa na cabeça, em relação ao voto:

"A geração passada lutou para PODER votar, a nossa geração tem que lutar para SABER votar."

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Fim do Senado? Equívoco

Boa noite gente, obrigado por todos que leram o primeiro post, e um obrigado maior por aqueles que comentaram.

Gente, hoje vou fazer um comentário sobre os protestos que andam fazendo contra o José Sarney (prometo que essa é a última vez que falo sobre esse protesto então, leia até o final)

Quem disser hoje em dia que "marchas" e protestos de caráter parecido com esse, que pede a saída do presidente do senado o senhor José Sarney, não adiantam em nada, estará cometendo uma gafe enorme. Quem não ouviu falar do projeto "Diretas Já" na época da ditadura militar? Ou então o protesto dos "cara pintadas". Logo, esse argumento de que manifestações assim não adiantam nada está totalmente equivocada. E ainda, se você pensar: "Aah, mais aqueles eram protestos com muita gente, esse ai não tem quase ninguém", você se equivocou de novo, ou você acha que as manifestações acima começaram já com milhares de pessoas? Errado, elas começaram que nem essa, com pouquíssimas pessoas e estudantes em sua maioria.

Agora uma coisa que várias pessoas tem dito e não consigo concordar é a seguinte:

"Fora o Senado! A gente não precisa dele."

Para mostrar meu ponto vamos voltar um pouco no tempo, 1964 o Brasil sofre um golpe militar, sim foi um golpe militar e aqueles que quiserem falar de "revolução gloriosa" pegue um livro de história ou procure na internet e estude sobre o assunto. Enfim, sofremos um golpe, e passamos a ser censurados. Com o AI-5, ato institucional 5, que foi feito durante o governo do Costa e Silva, o Brasil sofreu o auge da ditadura, esse AI deu poderes ilimitados ao presidente, que, por fim, resultou no fechamento do Congresso Nacional por tempo indeterminado.
Meu ponto é que nesse momento de nossa história o brasileiro se viu em uma situação onde ele não podia dizer o que pensa. Uma mãe não tinha certeza se seu filho, geralmente estudante, iria voltar no fim do dia. E o pior, se não voltasse ela não tinha certeza se iria voltar a vê-lo algum dia. Até hoje inúmeras famílias não tem noticia de seus familiares que "sumiram" durante a ditadura, os militares "não sabem de nada", coisa comum no Brasil, não?

Muitos dos homens públicos de hoje, são guerrilheiros dessa época. Mas, não pense que eles são tão diferentes assim. É verdade que hoje em dia ninguém pode "sumir" com o seu filho, ou reprimir uma manifestação, e vivemos em uma "democracia". E "democracia" está entre aspas porque democracia significa "governo do povo" e não posso dizer que vivemos isso na prática. Agora se fecharmos o senado voltaríamos exatamente aonde muitos deram a vida pra sair. Viveríamos, novamente, uma ditadura. Talvez não uma ditadura militar, seria algo mais ou menos que nem o Hugo Chávez faz na Venezuela.

A questão é: de que adianta fechar o senado? Pra acabar com o pouco de democracia que temos? Não é melhor a conscientização do povo? E não pense que é impossível conscientizar o povo. É bem simples na verdade, comece a conscientizar a si mesmo e depois os que estão a sua volta. Seus amigos na escola, as pessoas que trabalham na sua casa, seus professores. Se cada um conversar com seus vizinhos a gente conscientiza o Brasil inteiro. É só parar de inventar desculpas e começar a agir.

domingo, 23 de agosto de 2009

Apresentação... e um desabafo.

Haha, criei um blog! Eu sei que muitas pessoas vão falar que isso é nerd, mas e ai?

Vou me apresentar em poucas palavras. Meu nome é Caio (ooh) e estou no ensino médio ainda, não serei apenas eu que postará no blog, e o assunto do blog será diversificado. Mas falarei bastante de política, não tenho pretensão de me tornar político, mas falar de política é algo que todo cidadão tinha que fazer.

Bom, como primeiro post vou só desabafar...

Cara, nessas ultimas semanas começou um movimento intenso de estudantes insatisfeitos com o que o senado tem feito. Pra quem não sabe o atual presidente do Senado, o senhor José Sarney, recebeu várias acusações contra si. Entre elas, nepotismo, atos secretos.. Entre outros. Mas o que me indigna de verdade não são esses atos sem escrúpulos e sem ética do senhor presidente do senado. Afinal, que ele não é flor que se cheire todo mundo sabe a muito tempo.

O que me deixa boquiaberto é o fato de que, as pessoas que não se indignaram em vez de ajudar, estão atrapalhando o movimento. Desculpas como "não vou ajudar a oposição" ou "protestar num sábado pra que?", e até falando que é sem organização e simplesmente falando coisas para desmotivar os que estão la fora nas ruas protestando.

Sabe um amigo, que é contra essa manifestação, falou pra mim em tom de deboche: "Mais vale uma cabeça pensante do que 150 marchantes". E eu fiquei pensando, ele diz ser a "cabeça pensante", mas não moveu um dedo se quer pra mostrar sua insatisfação. Então se o Brasil for depender dessas cabeças pensantes, agora não iria ter nenhuma manifestação, então ninguém ia saber que existem pessoas que não estão satisfeitas com a palhaçada que ta acontecendo no senado. Portanto, se essa cabeça pensante vai esperar alguma coisa acontecer, vai esperar algo mudar de repente, eu prefiro as 150 marchantes. Porque esses marchantes, pelo menos, estão tentando fazer algo, enquanto os pensantes esperam algo acontecer. Já dizia Geraldo Vandré: "Quem sabe faz a hora e não espera acontecer".

Só uma observação, esse amigo, o cabeça pensante, pretende sair do Brasil. Trabalhar no estrangeiro. Nada contra, mas, porque será que ele quer sair do Brasil e não tentar melhorá-lo ?



Edit: Gente, só pra deixar claro eu não to dizendo que "cabeças pensantes" não são necessárias. Apenas disse que uma cabeça que só pensa e não toma iniciativa alguma não é de grande ajuda.